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Escola EB1 de Santa Zita


O 25 de Abril

              

Antes do dia 25 de Abril de 1974, o nosso país vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos, quem governou Portugal até esse dia foi Salazar e Marcelo Caetano. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade para dizerem o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.
Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso país. Acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade porque aconteceu uma revolução, a Revolução dos Cravos. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia com os soldados que nos libertaram da Ditadura. Toda a gente se abraçava. Os soldados colocaram cravos nos canos das suas espingardas, simbolizando uma mudança pacífica de regime. Muitos distribuíam cravos vermelhos.
Por este motivo, o dia 25 de Abril foi declarado «DIA DA LIBERDADE» e é feriado nacional.

David Carriço - 2º D 37 


Hora do Conto (Texto colectivo)

         

A hora do conto chegou. Pelas 11 horas dirigimo-nos para a biblioteca da nossa escola, onde se encontrava já o Senhor José, pai do nosso colega Torres. Vinha contar-nos uma história. “A que sabe a Lua” da autoria de Michael Grejniec, foi a história escolhida.
O senhor José começou por se apresentar, dizendo quem era e referindo o motivo da sua presença, na biblioteca.
A seguir, apresentou-nos a história. Na parede iam surgindo bonitas imagens, relacionadas com o conto. Ao mesmo tempo ia lendo a história, com voz bastante expressiva. E nós, sentados no chão, à chinês, escutávamos atentamente e encantados, à espera de descobrir, a que sabia a Lua. No fim do conto, para ver se tínhamos estado atentos, o senhor José, fez-nos algumas questões, às quais nós respondemos, sem hesitações.
Entretanto, perguntou-nos se queríamos provar a Lua! E para espanto nosso, presenteou-nos com um bolo, em forma de Lua. Era mesmo maravilhoso!
Mas, mais maravilhoso foi, quando provámos. Soube a doçura!
Sendo assim, esta manhã, vivemos um momento doce, na Biblioteca Virgílio Afonso.
E com a mensagem desta história, ficámos a saber que, com a ajuda dos amigos, conseguimos alcançar o que desejamos.

Turma 3ºAno E38


Na Biblioteca da minha escola
(Texto colectivo)

À conversa com …

           

David Machado (escritor)

Hoje a minha turma foi à Biblioteca da Escola de Santa Zita conversar com David Machado, um escritor muito jovem (trinta e um anos), muito simpático e simples.
Fomos bem recebidos e estivemos sempre atentos durante este momento único, interessante e rico - trocámos ideias, opiniões e contámos histórias.
David Machado contou-nos que desde muito pequenino gostava de ouvir histórias. Quase sempre ouvia algumas que os seus pais lhe contavam antes de adormecer. Nem sempre os pais estavam disponíveis. Ás vezes tinham tarefas que os ocupavam. Quando isso acontecia, o David fechava os olhos e punha-se a inventar ele próprio histórias. Via as imagens tão nítidas que quase pareciam reais e… adormecia.
No dia seguinte continuava a inventar a história desde o ponto onde tinha ficado antes de adormecer. E assim sempre…Desta maneira simples e eficaz nasceu um escritor…
Contou-nos uma história muito engraçada acerca do livro “A noite dos animais inventados”. Disse que, quando era menino (dois anos, tinha inventado uma galinha imaginária que ia com ele para todo o lado). Os pais passaram a conviver diariamente com a galinha inventada e também eles inventaram uma regra inventada, não permitindo que ela entrasse no autocarro. Assim, numa manhã de viagem, ela acabou por ficar sozinha na paragem e o David disse-lhe adeus para sempre.
Aprendi com ele aquilo que a minha professora me tinha dito tantas vezes: - “Só serás bom escritor se fores bom leitor”. “Quanto mais leres, mais aprendes”.
Por último, fizemos algumas perguntas ao escritor. Ele respondeu com muita simpatia e generosidade apelando sempre à importância da leitura na nossa vida.
Um dia diferente com partilha de emoções, magia, criatividade, sorrisos, autógrafos…e …experiências.

2ºAno -  Turma C36

Voar com ideias e letras…

Pintar Sentimentos (Trabalho colectivo)

2ºAno -  Turma C36


Direitos da Criança

Toda criança do mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem-estar...
De preferência um colinho.

Uma caminha macia,
Uma canção de embalar,
Uma história bem bonita,
Então, dormir e sonhar...
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito a ser feliz!

Turma B35- 1º ano

A nossa Cidade e a Freguesia de S. Vicente

A Guarda é uma cidade, capital de distrito situada a 1056 metros de altitude e é a mais alta cidade de Portugal.
À cidade foi-lhe atribuída a carta de foral em 1199 pelo rei D. Sancho I.
Na Idade Média, a Guarda teve uma grande importância defensiva no País.
A Guarda é também conhecida como a cidade dos 5 Fs: Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa. A explicação dos 5 Fs é a seguinte:
Forte:
a torre do castelo, as muralhas, a rocha dominante na região, o granito, e a situação geográfica demonstram a sua força.
Farta:
devido à riqueza do vale do Mondego e do Vale da Vela que abastecem o mercado de fruta e vegetais em abundância e óptima qualidade.
Fria:
a sua altitude 1056 m e as baixas temperaturas que se registam no Inverno.
Fiel:
o alcaide-mor do castelo da cidade da Guarda, Álvaro Gil Cabral, trisavô de Pedro Alvares Gil Cabral, recusou entregar as chaves da cidade ao Rei de Castela, durante a crise de 1383-85. O mesmo alcaide-mor combateu na Batalha de Aljubarrota e tomou assento nas Cortes de 1385 onde foi eleito D. João, Mestre de Avis como Rei de Portugal.
Formosa:
devido à sua beleza natural.
O ar que se respira na cidade e na região é considerado, por vários estudos já feitos, como dos mais saudáveis e puros da Europa.
A cidade tem três juntas de Freguesia: a Junta de Freguesia da Sé, a Junta de Freguesa de S. Vicente e a Junta de Freguesia de S. Miguel.
A Junta de Freguesia de S. Vicente é a maior e à qual pertence a Escola Básica de Santa Zita, a nossa escola.
O património histórico da Freguesia de S. Vicente está representado no seu símbolo como os corvos, o Menorá e a estrela. Os corvos representam o patrono da freguesia que é S. Vicente. O Menorá representa o passado histórico ligado ao bairro da Judiaria. Um importante núcleo de Judeus ter-se-á fixado na Guarda por volta do séc. XIII, atraído pelo comércio. A Estrela representa a localização da freguesia que assenta na encosta da Serra da Estrela.
Do património edificado em S. Vicente, que a freguesia foi preservando ao longo de séculos, destaca-se a igreja matriz consagrada S. Vicente.
A igreja de S. Vicente possui um interior em talha, estilo barroco e azulejos setecentistas representando a Vida de Cristo e da Sagrada Família. Na capela-mor podem ver-se os símbolos da paixão e a porta policromada em “Tromp d’ oeil”.   No conjunto arquitectónico fazem parte também as portas da cidade: A Porta d’ el rei e a Porta do Sol.
A Comunidade tem muito orgulho no património histórico da Freguesia de S. Vicente e esperamos que continue a ser preservado porque só assim se pode recordar a história de uma localidade, neste caso da nossa cidade da Guarda, a mais alta de Portugal.

António, Liliana, Mariana – 3º ano Turma F39

Hoje é o Dia da Terra (Texto colectivo)

A Terra é a nossa casa!
Somos parte de um grande Universo e nesse Universo o nosso planeta está cheio de vida, com muitos planetas, animais ou plantas.
Dependemos da água, da Terra, do ar e por isso devemos proteger e salvaguardar estes elementos essenciais è vida.
A Carta da Terra, escrita em 1992 e actualizada várias vezes, alerta todos os seus habitantes para a sua preservação e deveria ser uma lei para todos os povos.

 Turma F39

 

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